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Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

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As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

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Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

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6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ MARÇO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

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Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

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Pesquisa.

Ao poeta perguntei

Alberto Janes
Repertório de Amália

Ao poeta perguntei
Como é que os versos assim aparecem
Disse-me só: eu cá não sei
São coisas que me acontecem;
Sei que nos versos que fiz
Vivem motivos dos mais diversos
Mas também sei que sendo feliz
Não saberia fazer os versos

Ó meu amigo, não penses que a poesia
É só a caligrafia no perfeito alinhamento;
As rimas são asim como um coração
Em que cada pulsação nos recorda sofrimento;
E nos meus versos podem não haver medida
Mas o que há sempre, são coisas da própria vida

Fiz versos como faz dia
A luz do sol sempre ao nascer
Eu fiz os versos, porque os fazia
Sem me lembrar de os fazer;
Como a expressão e o jeito
Que p'ra cantar se vai dando á voz
Todos os versos andam já feitos
De brincadeira, dentro de nós

E assim amigo, já viste que a poesia
Não é só caligrafia... são coisas do sentimento