- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.485 LETRAS <> 2.524.500 VISITAS <> JULHO 2022 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A aldeia está em festa

Carlos Conde / Túlio Pereira
Repertório de Adriana Franco 

Dia festivo a raiar / E a aldeia, de olhos nos céus
Cedo trata de envergar / O fato de ver a Deus

Os moços, muito a preceito / Dançam e botam cantigas
Muito certos, sempre ao jeito / Das ancas das raparigas

Para a alegria da romaria
Os ranchos abrem caminho
Pelas estradas, atapetadas
De alfazema e rosmaninho
A luz que alveja no adro da igreja
Traz a benção do Senhor
E os conversados, muito enlevados
Fazem promessas de amor


Sobem foguetes ao ar / E em suaves melodias
Passa a música a tocar / Como a dar-nos os bons dias

E à tardinha quando a festa / Começa a chegar ao fim
Não há casinha modesta / Sem um cheiro de alecrim