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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.315 LETRAS <> 2.220.000 VISITAS <> JULHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Gente vulgar

Tiago Torres da Silva / Alzira Espíndola
Repertório de Maria João Quadros

Sei que o fado só tem voz entre gente como nós
Gente vulgar
E que o fado é uma cantiga que só abriga
Gente vulgar
Sei que o fado aconteceu entre gente como eu
Gente vulgar
E que ele só se demora nas ruas aonde mora
Gente vulgar

O fado não tem peneiras / Nem a mania que é chique
Se o trancam nas Amoreiras / Foge p’ra Campo de Ourique

O fado não se governa / Com fidalgos e burgueses
Prefere andar na taverna / E beber demais, ás vezes

O fado não tem rotina / Nem hora p’ra recolher
Adormece em cada esquina / Nos braços duma mulher

O fado não usa aigrettes / Nem gosta de pôr gravata
E nunca o vi fazer fretes / Nem andar com gente chata

O fado não tem vaidade / E se o prendem num salão
Ele morre de saudade / Da Rua do Capelão

O fado nunca socorre / A quem cantando o maltrata
Pois por um fado que morre / Há sempre um fado que mata