- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

"mp3 disponíveis"

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.295 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.135.500 VISITAS /*/ 31.05 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

" fadopoesia@gmail.com "

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa >

Fado do Ary

Fernando Campos de Castro / Victor Cardoso
Repertório de Natércia Maria

Fizeste de Lisboa amiga e tua amante
A mãe donde nasceste magoado
Sonhaste um céu sem fim, ali do Alecrim
A rua onde brincaste com teu fado

No ventre das colinas fizeste a tua cama
Bebeste a noite em taças de desejo
Amaste nas esquinas da tua velha Alfama
Os corpos que se vendem por um beijo

Ary das noites loucas
Que deste às nossas bocas
O fado mais bonito que se fez
Poeta d’alegria
Que deste à poesia
A voz de todo o povo português

Olhaste do castelo o corpo de Lisboa
Por quem te encontravas e perdias
Fizeste da Ribeira a tua companheira
Em cada madrugada que sentias

Nas ruas de basalto correndo para o Tejo
Cantaste-nos ao verso esta cidade
Até que adormeceste na casa onde viveste
Ali na velha rua da saudade