- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Descaradona

Mote de Henrique Silva / Glosa de Daniel Gouveia / Alfredo Duarte *fado bailarico*
Repertório de Daniel Gouveia

Ó sua descaradona
Tire a roupa da janela
Que essa camisa, sem dona
Lembra-me a dona sem ela

Dependurada com graça / Adejante, colorida
A sua roupa estendida / Afaga o rosto a quem passa;
E pede que um pintor faça / Na sua estreita viela
Uma formosa aguarela / Dessa cena fadistona;
Ó sua descaradona
Tire a roupa da janela

Que eu não posso suportar / A visão que me sugere
Essa roupa de mulher / Vazia, posta a secar;
Pudera eu cinzelar / Do mundo a estátua mais bela
E inspirava-me naquela / Roupinha que me apaixona;
Que essa camisa sem dona
Lembra-me a dona sem ela