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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Abri as mãos

Fernando Campos de Castro / Carlos Neves *fado tamanquinhas*
Repertório de Arlindo de Oliveira

Abro as mãos como quem pede
Remédio p’ra tanta dor
Tenho sede tenho sede
Caí nas malhas da rede
Traiçoeira do amor

Abri as mãos fui andando / Com os olhos rasos de água
Ora rindo ora chorando
Fui pedindo e vão-me dando / Apenas taças de mágoa

Abro as mãos como quem espera / Da vida algo maior
Corro atrás duma quimera
Procurando a Primavera / Nos meus Invernos de dor

Abri as mãos num segundo / A quem as mãos estendia
Encontrei-me com o mundo
Minhas mãos nesse segundo / Encontraram companhia