- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ MARÇO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa.

Ausência *F.Maria*

Linhares Barbosa / Alfredo Duarte *fado menor-versículo*
Repertório de Fernanda Maria

Se o mundo dá tantas voltas... em redor
Das estrelas nos espaços... encobertos
Não sei como não te soltas... meu amor
E vens caír nos meus braços... sempre abertos

Tu és assim como o vento... nas nortadas
Com as mesmas inconstâncias... esquisitas
Tenho-te ao pé um momento... um quase nada
Depois vejo-te a distâncias... infinitas

És mais leve que a poeira... que há no ar
És mais fino que a poalha... em remoinho
Que poisa sobre a roseira... prá manchar
E depois o vento espalha... p’lo caminho

Que não te prendes rendido... é tua norma
Dizes e fico a pensar... ao ver-te ausente
Que andando assim desprendido... dessa forma
Eu te não possa agarrar... eternamente