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Atingido este valor // Que me faz sentir honrado // Continuo, com amor // A ser servidor do fado.

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História de uma guitarra

Hermano Sobral / Filipe Pinto *fado meia noite*
Repertório de Fernando Maurício

Uma guitarra velhinha
Porque já ninguém a queria
Morreu a chorar sozinha
Às portas da Mouraria

Fui há dias visitar / O museu de antiguidades
Em tudo havia saudades / Vontade de regressar;
Em tudo pude notar / Infinita nostalgia
Mas entre o que lá havia / Lembro a tristeza que tinha
Uma guitarra velhinha
Porque já ninguém a queria

Curioso, quis saber / Como ali tinha chegado
Se havia do meu passado / Alguma coisa a dizer;
Com voz sentida, a tremer / Da confissão que fazia
Disse-me um velho rufia / Esta banza, coitadinha
Morreu a chorar sozinha
Às portas da Mouraria