- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.485 LETRAS <> 2.524.500 VISITAS <> JULHO 2022 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se fosses primavera

Fernando Campos de Castro / Armando Machado fado súplica*
Repertório de Nelson Duarte
                                                                                                     
Se tu fosses amor a calmaria
Nesta praia sem fim onde me nego
Talvez quem sabe amor se venceria
O mar deste silêncio onde navego

Se tu fosses manhã ou essa estrela
Que parece tão longe e é tão perto
Quem me dera que fosses a janela
No longa solidão do meu deserto

Se tu fosses amor a pomba mansa
Qu’esvoaça sem medo aos desenganos
Talvez fosse de novo essa criança
Em mim adormecida há tantos anos

Se tu fosses somente o que desejo
Esta vida tão longa era bem pouca
Para ter finalmente aquele beijo
Que sempre me negou a tua boca