- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Este povo que eu não canto

Carlos Escobar / Carlos Neves *fado tamanquinhas*
Repertório de João Tenreiro c/participação especial de Beatriz da Conceição

Este povo que eu não canto
Este trigo que alimenta;
São razão mais que razão
P’ra que o campo seja pão
No calor que me acalenta

Este povo que eu não canto / Na luta de todo o dia
Merece mais do que tem / Tem calor quando ele vem
E treme quando resfria

Este povo que eu não canto / Porque não o sei cantar
Faço parte desse povo / Mas não sou o homem novo
Que o poderá libertar

Este povo que eu não canto / Mas não tem um Deus menor
Foi de gente que o não quis / É de gente que o não diz
Mas que lhe bebe suor

Damos pão a outras gentes / Calamos bocas em pranto
E a minha gente a suar / A minha gente a vergar
E eu choro, mas não te canto