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Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

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As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

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Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

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6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ FEVEREIRO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

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Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

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BARRA DE PESQUISA

www.lisboa.ribatejo

Diamantina / Nobre Costa
Repertório de João Chora


Nasci no campo, cores garridas, gente franca
Montei cavalos, pus meia branca
E ali ao lado pude ver sete colinas
Bairros antigos, fados varinas


E os fandanguistas que encantavam mil olhares
Nos meus santos populares
E ali ao lado na Lisboa, a tradição
Marchava a fado, preso a um balão


Eu não desminto que Lisboa é mãe do fado
Lá foi criado, lá foi criado
Mas numa arena frente ao toiro, p’lo forcado
Se reza um fado, se reza um fado


Do meu castelo vi o Tejo travar guerra
Levar consigo a minha terra
E ali ao lado outro castelo em seu regaço
Guardava o Tejo do seu cansaço


Filho dum povo que trabalha sem lamento
Faz da terra seu sustento
Se é Ribatejo ou Estremadura, é indiferente
O fado é fado de quem o sente