- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

À noite

Nuno Júdice / Alfredo Duarte *fado laranjeiro* 
Repertório de Carlos do Carmo 

No fado em que nasci, no fado em que morri
Um fado vi nascer, na sina de morrer
Em tudo o que cantei, um rosto me sorri
Um fado me ensinou, que nunca vou esquecer

E se o fado me leva, para onde te ouvi
É porque é só no fado, que eu oiço a tua voz
A mais bela das noites, que a voz me ensinou
Onde é noite o teu fado, e o fado somos nós

Quero ouvir neste fado, outro fado igual
E viver nesta noite, que á noite aconteceu
Ser outro nos teus braços, ser outro e ser igual
Sermos um em ser dois, e seres tu em ser teu

Ver a noite inventada, num luar descoberto
Ser riso o próprio pranto, ser fado no meu canto
Ser dia e noite escura, e certo o mais incerto
Ver nascer deste fado, um fado em cada canto