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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Velas brancas

José de Vanconcellos e Sá / António Pinto Basto
Repertório de António Pinto Basto 

Não baloiça a barcaça já no cais
Nas pedras, a saúda, o tempo morno
Não navega a carcaça nunca mais
A morte são destroços sem retorno

Mil milhas navegou a favor e contra o vento
Muitas vidas salvou porque não recusou
Dar vida no momento

No azul velas brancas tão heróicas
Na solidão de agora se apodrecem
Brancura de batalhas muito estóicas
São lágrimas que os risos nunca esquecem

Madeira enegrecida nas ondas do sargaço
Ossada ressequida, um corpo teve vida
Não tem hoje um abraço

Fora das rotas nada mais lhe resta
Das barcaças em rumo, nem adeus
Relembra então no molho em fim de festa
As memórias dos sonhos que eram seus

O jovem não entende, há nas almas destreza
Uma luz quando acende, brilhante, incandescente
Não fica um dia acesa