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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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É quando canto o meu fado

Letra e musica de Manuel Alcobia
Repertório de Vasco Rafael

É quando canto o meu fado
E que Lisboa anoitece
Que o meu amor acontece
Nas longas asas da noite;
Que é de noite que eu existo
E afasto a melancolia
Com que me visto de dia

É quando canto o meu fado
Que me encontro inteiramente
Neste corpo onde m' invado
Me ultrapasso intensamente;
Febrilmente vejo sombras
Refletindo um tal bailado
Nos movimentos dum fado

É quando canto o meu fado 
Que o meu amor se enternece
E que me meu corpo estremece
Nos braços da fantasia;
Que fantástica harmonia
E os movimentos da noite

Têm sons de sinfonia