- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

O fado na academia

Daniel Gouveia / Luís Penedo *fado alcainça*
Repertório de Daniel Gouveia

Chamo-me Fado, meus senhores
Sou devotado aos meus valores
Cantar é lei que eu adoptei como brasão
Moro num beco, ainda visto
À papo-seco e não resisto
A um bom tinto, quando sinto inspiração

Bem me consola uma guitarra
Uma viola dá-me garra
Enche-me o peito, de tal jeito que arrepia
Com o meu trinar, de alma a sorrir
Faço chorar e, a seguir
Qualquer tormento ou desalento se alivia

Já tenho idade mas sou moço de à-vontade
Quer na alta sociedade
Quer na tasca mais ruim
Sou bem tratado por poetas, por cantores
Pessoas como os senhores
Que é que querem... sou assim

Na companhia do Seixas e do Penedo
Do Chico e Raul Semedo
Sou amado, sou feliz
E há o Coutinho , o Louro e mais companheiros
Sem esquecer "Os Feiticeiros"
Desde o Mestre ao Aprendiz

E, de Coimbra, todo o grupo das saudades
Da Sé Velha, Faculdades
Capas negras, o Choupal
Com o Segismundo, o Pracana, o João Machado
E vós todos a meu lado
Faço vibrar Portugal

Não morrerei enquanto a meta
Que marquei p'ró lisboeta
For estilar como a Severa bem sabia
Contem comigo p'ró futuro
E aqui vos digo: estou seguro 
Não há perigo; até já tenho Academia