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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Fado da defesa

António Calém / José António Sabrosa
Repertório de Maria Teresa de Noronha 
Letra cantada inicialmente na música do Fado José António de Sextilhas (José António Sabrosa) 
e, mais tarde, na música do Fado da Defesa (José António Sabrosa).

Gravada, respectivamente, em disco de 78 rpm, Melodia, 15 039, com o título Fado do Zé António 
e no EP Maria Teresa de Noronha – Avé Maria da Serra, Decca, PEP 1308
com o título Fado da Defesa, com alteração do sexto verso da terceira estrofe 
e omissão da quarta estrofe.

Lembras-te da nossa rua
Que hoje é minha e já foi tua
Talhada para nós dois?
Foi aberta p’la amizade
Construída com saudade
Pró amor morar depois

Mas um dia, tu partiste
E o vento frio e triste / Varreu toda a primavera
E agora veio o outono
E as folhas ao abandono / Morreram à tua espera

Certas noites, o luar
Traça o caminho no mar / Para chegares até mim
Mas é tão longa a viagem
Que só te vejo em miragem / Num sonho que não tem fim

Letra original extraída do livro do autor editado pela
Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado não foi gravada

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LEMBRAS-TE DA NOSSA RUA?

Lembras-te da nossa rua,
Que hoje é minha e já foi tua / Talhada para nós dois?
Foi aberta pela amizade,
Construída com saudade / Para o amor morar depois

Mas um dia tu partiste
E um vento frio e triste / Varreu toda a Primavera
Agora veio o Outono
E as folhas ao abandono / Morreram à tua espera

Certas noites o luar
Traça o caminho no mar / Para chegares até mim
Mas é tão longa a viagem
Que só te vejo em miragem / Nas sombras do meu jardim

E é nesta rua deserta
Que minha alma então desperta / Só para ver-te passar
Que importa ser a saudade
Que passeia na verdade / Aos olhos do meu sonhar?