- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Anda daí

Jorge Rosa / Domingos Camarinha
Repertório de António Mourão 

Hoje apetece-me farra
Anda guitarra, p’la minha mão
Vem ouvir esta cigarra
Que eu trago no coração;
Acompanha-lhe cantigas
Anda, não digas, não digas não

Anda daí dar um giro
Cada retiro é um encanto
Cantando o fado, deliro
Deliro se o fado canto;
Que o fado triste da vida
Assim vivida, não custa tanto

Não queiras não, que se diga
Que ninguém liga ao velho fado
Anda daí minha amiga
Anda daí a meu lado;
O fado espera por nós
P’la minha voz, p’lo teu trinado

Anda daí à toa
Anda correr Lisboa
Anda daí de lado em lado
Olha que o tempo voa
A vida não perdoa
Anda daí cantar o fado