- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.315 LETRAS <> 2.220.000 VISITAS <> JULHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Que dizer de nós

Jorge Fernando / Ana Moura
Repertório de Ana Moura

A sombra ensombra-me os dias / Num divagar lento

As mãos dobradas vazias / Por sobre o próprio lamento

Que dizer de nós amor?
Sentam-se as horas
Rodopiam os segundos na perseguição de nós;
Como abismo escuro e fundo
Que atrai-me assim o ser e a voz
Não é mais do que um perdido lamento atroz

Perdidos olhos vagueiam / Olham sem ver, cegos
Redondas frases anseiam / Fazer-se voz eu nego

Que dizer de nós amor?
Tudo se oculta
Tudo é estreito e estreita em nós a margem da culpa
Como a sombra a que me dei
Que atrai-me assim o ser e a voz
Não é mais do que um perdido lamento atroz