- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Covilhã cidade neve

Joaquim Pedro Gonçalves / Nóbrega e Sousa
Repertório de Amália Rodrigues

Covilhã cidade neve / Fiandeira alegre e contente
És o gesto que descreve / Um passado heróico e valente

És das Beiras, a raínha / O teu nome é nome de povo
És um beiral de andorinha / Covilhã, tu és sangue novo

De manhã quanto te levantas
De briosa vais p’ro tear
E os Hermínios que tu encantas
Vestem lã para te namorar;
Teu pastor nos montes vagueia
Dorme á noite em lençol de neve
Ao serão teces longa teia
P’ro teu bem que de longe te escreve

Covilhã cidade flor / Fruto agreste de cantaria
Em ti mora o meu amor / E em ti nasce um novo dia

Covilhã és linda terra / És tal roca bailando ao vento
Em ti aura quando neva / Covilhã tu és novo tempo