- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.107.500 VISITAS /*/ ABRIL 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa >

Ovelha negra

João Dias / Jaime Santos *fado alvito*
Repertório de Beatriz da Conceição

Chamaram-me ovelha negra
Por não aceitar a regra
De ser coisa, em vez de ser;
Rasguei o manto do mito
E pedi mais infinito
Na urgência de viver

Caminhei vales e rios
Passei fomes, passei frios / Bebi água dos meus olhos
Comi raízes de dôr
Doeu-me o corpo d'amor / Em leitos feitos de escolhos

Cansei as mãos e os braços
Em negativos abraços /
De que a alma, foi ausente
Do sangue das minhas veias
Ofereci taças bem cheias /
Á sede de toda a gente

Arranquei com os meus dedos
Migalhas de grãos, segredos / Da terra, escassa de pão
E foi por mim que viveu
A alma que Deus me deu / Num corpo feito razão