- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

A chave

Frederico de Brito / Pedro Rodrigues
Gravação de Natalino de Jesus

Quando eu vivia com ela
A vida era outra vida
Mais pacata mais regrada
Ela esperava-me à janela
Às vezes adormecida
E a porta estava encostada

Mas a vida transformou-se
Eu não ia à hora certa / Fosse às duas, fosse às cinco
Fosse à hora que lá fosse
Via a janela deserta / E a porta estava no trinco

Passaram dias e meses
Quantos foram não importa / E
la andava despeitada
E eu cheguei muitas vezes
A meter a chave à porta / E
a porta estava encostada

A porta é por excelência
Ainda a prova maior / Daquilo que a mulher sente
Tem uma certa influência
A porta abre-se melhor / Quando elas gostam da gente

A chave é sempre um entrave
Que se muda, que se altera / E
 que a gente nem repara
Há quem se fie em ter chave
E quando menos espera / L
eva co'a porta na cara