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Este espaço foi criado <> Com grande dedicação <> Por alguém que faz do fado <> A sua religião.

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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa.
Paulo Freire *filósofo* 1921 <> 1997

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Como a vida passa

Germano Silva / Júlio Proença *fado camélia*
Repertório de Júlio Peres

A vida passa tão breve
Tão vertiginosa e leve
Deixando apenas saudade
Eu sinto um grande desgosto
De já ter rugas no rosto
Da perdida mocidade

Os anos correm a esmo
Sinto que não sou o mesmo / Neste mundo d'ilusão
Quando o espelho consultei
Tremi e depois chorei / Magoei o meu coração

Quem me dera não amar
Não ter alma, não sentir / Os proventos do amor
P'ra não carpir, não chorar
P'ra não saber definir / As amarguras, a dor

Eu sinto um grande desgosto
De já ter rugas no rosto / Da perdida mocidade
A vida passa tão breve
Tão vertiginosa e leve / Deixando apenas saudade