Silveste José / Armindo Fernandes
Repertório de José Guerreiro
No fim do século, o fado
Continua
actualizado
Sempre
igual, mas diferente
E
nova gente conquista
Já
não há quem lhe resista
È
um poder sempre presente
No
salão ou na taberna
Trova
que não è moderna / Tem
justamente ambições
De
se impor no século novo
Continuando
a ser do povo / Respeitando
as tradições
Fado
alegre e fado triste
Quero
ver quem lhe resiste / Tanto
encanto se desprende
Em
cada fado cantado
Se
for bem acompanhado / Há
sempre alguém que se rende
Fado que ès o meu destino
Logo
desde pequenino / Já
te amava sem saber
Canto
no século acabado
Se
puder vou cantar fado / No que está para nascer