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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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De mim para ninguém

Artur Ribeiro/ Joaquim Campos *alexandrino”
Repertório de Ricardo Ribeiro

De mim para ninguém, mais outro fado triste
Fado que às vezes canto para ninguém ouvir
Muito embora a ninguém, meu coração insiste
Neste fado que em pranto se transforma a seguir

De mim para ninguém que me deixou tristonho
E nem sequer merece meus olhos a chorar
Ninguém que foi alguém e destruiu meu sonho
E o coração esquece que não deve lembrar

Alguém que se perdeu nas ruas da ansiedade
Que viveu a meu lado e a quem eu já quis bem
Alguém que enegreceu as ruas da cidade
Inspirou este fado, de mim para ninguém