- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ FEVEREIRO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

BARRA DE PESQUISA

O Timpanas

Frederico de Freitas / Júlio Dantas
Repertório de Amália Rodrigues

Niza azul e bota alta
A reinar com toda a malta
É o rei das traquitanas, o Timpanas
O Pinóia na boleia

De chapéu à patuleia
Faz juntar o mulherio, no Rossio

Quando levo as bailarinas /
Do teatro ao Lumiar
Bailo eu e baila a sege / E as pilecas a bailar


O boleeiro de Lisboa
Não é lá qualquer pessoa
E as pilecas dão nas vistas, são fadistas
São cavalos de alta escola

O das varas toca viola
E o da sela que é malhado, bate o fado

Quando bato p’rás marnotas /
Roda acima, roda abaixo
Eu dou vinho aos meus cavalos /
Mas sou eu que vou borracho

Já andei por tanta espera /
Já levei tanto boléu
Já conheço tantos bois / Que lhes tiro o meu chapéu