<> Existe um espaço de 20 segundos entre o começo do Fado e a sua identificação <>
Loading ...
<> <> <> <> <>
Vai certamente encontrar // Algumas incorreções /:/ Se quiser, pode ajudar // Com boas informações.

<> <> <> <> <>
As letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.

<> <> <> <> <>
A seguir aos índices encontrará uma lista aconselhável de FONTES de FADO !!!

<> <> <>

<> <> <>
5.680 Letras / 1.320.000 VISITAS // JULHO 2019

Por morrer uma andorinha *versículo*

Frederico de Brito / Alfredo Duarte / Adapt de: Judite Leal
Repertório de Carlos do Carmo

Se deixaste de ser minha... minha dor
Não deixei de ser quem era... e tudo é novo
Por morrer uma andorinha... sem amor
Não acaba a primavera... diz o povo


Como vês, não estou mudado... felizmente
E nem sequer descontente... ou derrotado
Conservo o mesmo presente... do passado
E guardo o mesmo passado... bem present

Eu já estava habituado... a este fado
A que não fosses sincera... em teu amor
Por isso, não fico à espera... do sabor
Duma ilusão que eu não tinha... e nem renovo
Se deixaste de ser minha... minha dor

Não deixei de ser quem era... e tudo é novo


Vivo a vida como dantes... a cantar
Não tenho menos nem mais... do que já tinha
Os dias passam iguais... p’ra não voltar
Aos dias que vão distantes... de seres minha

Horas minutos instantes... desta vida
Seguem a ordem austera... com rigor
Ninguém se agarra à quimera... sem valor
Do que o destino encaminha... e não é novo
Por morrer uma andorinha... sem amor

Não acaba a primavera... diz o povo