- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.310.000 VISITAS <> OUTUBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Pontas soltas

Maria do Rosário Pedreira / Joaquim Campos *fado castanheira* 
Repertório de Carlos do Carmo 
Esta música aparece também atribuída a Armando Augusto Freire (Armandinho) 
com o nome de Fado Castanheiro

Dizem que já não me queres 
Que há outro na tua vida 
E que é dele que tu gostas;
São as línguas das mulheres 
Que vinham lamber-me a ferida 
Se me virasses as costas 

Se eu não levo isso a peito 
Nem olho para a desdita / Como coisa que se veja 
Tu tens de perder o jeito 
De ser sempre a mais bonita / E despertar tanta inveja 

Dizem que já me enganaste 
Soprando no meu ouvido / Fados de rara beleza 
Não sei se me atraiçoaste 
Mas eu senti-me traído / Mesmo sem ter a certeza 

Nada disto acontecia 
Se desses as tuas voltas / Sempre sempre ao meu redor 
Tens de perder a mania 
De deixar as pontas soltas / Na história do nosso amor