- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.347.000 VISITAS <> NOVEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Madrugada

Fernando Pinto Amaral / Alfredo Duarte *fado cravo*
Repertório de Carlos do Carmo 

Foi numa noite gelada
Já rompia a madrugada
No momento em que te vi
Não soube dizer-te nada
Nessa hora alucinada
E fiquei a olhar p'ra ti

Andei p'las ruas à toa
P'las vielas de Lisboa / Cada esquina sem ninguém
Quando o amor nos abençoa
Há uma luz que perdoa / Tanto mal que nos faz bem

Nunca soube de quem era
Esse rosto que eu quisera / Guardar bem dentro de mim
Talvez fosse uma quimera
Que ali me deixou à espera / Naquela noite sem fim

Passou o tempo e agora
Volto a viver essa hora / Na cidade adormecida
Mas quase rompendo a aurora
Há uma guitarra que chora / Saudades da minha vida