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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Chama-me doido uma doida

Carlos Conde/ Alfredo Marceneiro *fado bailarico*
Adaptação de Tó Moliças
Repertório de Débora Rodrigues com Miguel Ramos 

Chama-me doido uma doida
Que é mais doida que ninguém
Sou doido sim, mas por ela
Que é doida não sei por quem

Ante a loucura sem fim / Desta paixão que me endoida
Depois de troçar de mim / Um doido chama-me doida

Não ofendeu o meu brio / A doidice que ela tem
Pois nunca pensou nem viu / Que é mais doida que ninguém

Doida por quem me endoidece / Doida pelos olhos dele
Sou doida por quem me esquece / Sou doida sim, mas por ele

Já que a não posso esquecer / O ser doido faz-me bem
Doido por essa mulher / Que é doida não sei por quem