- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.266.500 VISITAS <> SETEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Romance

Afonso Lopes Vieira/ Carlos Gonçalves
Repertório de Ricardo Rocha      

Por noite velha, truz, truz
Bateram à minha porta
Donde vens, ó minha alma
Venho morta quase morta

Já eu mal a conhecia / De tão mudada que vinha
Trazia todas quebradas / Suas asas de andorinha

Mandei-lhe fazer a ceia / Do melhor manjar que havia
De onde vens, ó minha amada / Que já mal te conhecia

Mas a minh’alma calada / Olhava e não respondia
E nos seus formosos olhos / Quantas tristezas havia

Mandei-lhe fazer a cama / Da melhor roupa que tinha
Por cima, damasco roxo / Por baixo, cambraia fina

Dorme, dorme, ó minha alma / Dorme e para te embalar
A boca me está cantando / Com vontade de chorar