- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.315 LETRAS <> 2.220.000 VISITAS <> JULHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Já não tens coração

Fernando Farinha / Casimiro Ramos
Repertório de Manuel de Almeida

Onde tens teu coração, meu amor
Que assim tanto me tortura
Será que o terás esquecido
Ou anda perdido à tua procura

Acompanho dia a dia, sem canseira
Todos os passos que dás
E ao passar à minha beira
Tu segues ligeira sem olhar

Tu já não tens coração 
A quem o deste não sei
Quis conquistá-lo p’ra mim
Procurei, mas no fim, não encontrei
Se outro homem to roubou
Há-de pagar-me a traição
Pois hei-de fazer-lhe ver
Que não posso viver sem o teu coração

Vê lá se o deste a alguém, que o levou
E brinca com ele, agora
Há quem junte corações aos montões
P’ra depois os deitar fora

Chamo p’lo teu coração, sem saber
Onde está, onde se esconde
A esperança diz-me que não
Pois teu coração já não me responde