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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.305 LETRAS <> 2.220.000 VISITAS <> JULHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Lisboa vai, Lisboa vem

Pedro Bandeira Freire / Paco Bandeira 
Repertório de Margarida Bessa 

Lisboa vai, Lisboa vem... 
Lá vai lisboa atrás do fado picadinho
Que dá nas vistas a trinar pelas esqueinas
Por fadistas e varinas 
No teu tom tão choradinho
Lisboa vai, Lisboa vem...
Neste fadinho que é tão à sua maneira
Tudo canta, tudo gosta e até chora
Que este fadinho de agora

Já corre Lisboa inteira

Guitarra, sardinha assada // Violas de caldeirada

Um bacalhau a compasso
Carapaus à desgarrada // Uma sangria desatada

Uma rima e um bagaço

Lisboa vai, Lisboa vem...

P’las mãos do rio a caminho de Cascais
Onde os fadistas são castiços e fidalgos
E cantam ao desafio 

À noite á beira do caisLisboa vai, Lisboa vem...
Atrás da nova geração que se adivinha
São os fadistas dessa Costa do Estoril
Os farristas do baril

Do fado vadio da linha

Quem arrisca uma noitada // Sem saber se é portuguesa

É gente mal educada
Bebe vinho do francês // E champanhe da Bairrada

E conta que é do escocês

Lisboa vai, Lisboa vem...

Lá vai Lisboa atrás do fado picadinho
Que dá nas vistas a trinar pelas esquinas
Por fadistas e varinas

No seu tom tão choradinho
Lisboa vai, Lisboa vem...

Neste fadinho que é tão à sua maneira
Tudo canta, tudo gosta e até chora
Que este fadinho de agora

Já corre Lisboa inteira

Quando o povo vai p’ra rua // Para inventar a cidade

Que no peito se demora
Bebe o vinho da ternura // Mata a sede de saudade

Que Lisboa ainda cá mora