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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.585 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Lisboa

Isidoro de Oliveira / Alfredo Duarte *lembro-me de ti*
Repertório de Manuel Cardoso de Menezes

Eu lembro-me do Tejo como era antigamente
Fragatas encostadas junto ao Cais da Ribeira
A gente a trabalhar cantava alegremente
Fazendo da canção alívio da canseira

Lembro-me das varinas da velha Madragoa
De canastra à cabeça logo ao romper do dia
A chinelar ligeiras nas ruas de Lisboa
Fazendo do pregão um hino de alegria

Lembro a zona elegante e culta, do Chiado
Mas culta e elegante muito à nossa maneira
Vinda do Bairro Alto uma brisa de fado
Fazia portuguesa a própria Brasileira

Lembrar Lisboa antiga não nos causa tristeza
Esse tempo passou e o tempo não perdoa
A Lisboa moderna tem a sua beleza
O povo não mudou e o povo é que é Lisboa