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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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A balada de João Saramago

Letra e música de Paco Bandeira
Repertório de Alfredo Guedes 

De lenço ao pescoço, chapéu dasabado
Samarra curtida de pele de borrego
Cansado da jeira, João Saramago
Risca a pederneira, acende um cigarro

Caminha por veredas a passo marcado
Um velho costume que tem de soldado
Pensa de maneira no país mudado
Que o tempo correndo, eu sempre parado

Já se vê ao longe o monte do guizo
João Saramago ensaia um sorriso
Entra na rotina, senta-se à lareira
No burro de azinho à espera da ceia

Deita-se com ela, não pode haver nada
Que o filho mais velho já ouve e já fala
Rompe a mdrugada, pega no machado
Que vida lixada, João Saramago