- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ MARÇO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa.

Ciganos

Pedro Homem de Melo / João Braga
Repertório de João Braga

Ciganos, vou cantar não a beleza
Dos vossos corações que não conheço
Mas esse busto de medalha e preço
Que nem é carne vã, nem alma acesa

Saúdo em vós o corpo unicamente
Desumano e cruel  como dum bicho
Em vós saúdo a graça omnipotente
Do lírio que ainda é flor por entre o lixo

Em vós saúdo pela poesia
Que nasceu pura e não se acaba mais
E pelo ritmo ardente que inibria
Meus olhos como frios que enlaçais

A vossa vida não pertence ao rei
Não mutilaste estradas verdadeiras
Quem ama a liberdade, odeia a lei
Que deu à terra a foice das fronteiras

E enquanto o aroma e a brisa e até as almas
Ficam irmãs das pérolas roubadas
As mãos dos homens que vos são negadas
Tremem quando passais, mas batem palmas