- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.347.000 VISITAS <> NOVEMBRO 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Desespero

Letra e musica de Jorge Fernando
Repertório do autor

Desespero... o mar turva-se aos meus olhos
Porque o céu amua com a terra e entristece
Desespero... roça a minha fantasia
A língua da serpente e o meu céu não amanhece

Rasga a seda do meu sonho
Toma-me em teus braços nos instantes do delírio
Rasga o ventre do teu dono
Com a sinfonia nos compassos do martírio

Salva-me...  amor salva-me 
Estrela sensual que o meu céu seduz 
Amor salva-me... vem e salva-me 
Olhar tropical que ao meu olhar dá luz

Desespero... mordo a minha consciência
Em três Avé Marias onde salvo a existência
Desespero... estendo a minha cobardia
Nos lençóis de linho onde existe a tua ausência

Rola o tempo e o pensamento teima em persegui-lo
Num perfeito desatino
Sopra o vento e o coração aceita as leis da vida
Indiferente ao seu destino