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Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

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* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

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* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

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Canoa de vela branca

Frederico de Brito / Martinho d'Assunção
Repertório de Fernanda Maria
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Com este título escreveu Frederico de Brito uma versão pouco conhecida, muito próxima
da anterior, do repertório de Fernanda Maria.
Não se sabe com segurança qual das versões é mais antiga. 
Pelas datas de registo, que nem sempre correspondem à cronologia da produção
*Canoa de Vela Branca* (1976) será posterior a Canoas do Tejo (1973).
Verifica-se ser aquela uma versão para mulher
Informação de Francisco Mendes e Daniel Gouveia
Livro *Poetas Populares do Fado-Canção*
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Canoa de vela branca / Que vens do cais da ribeira
E vais para Vila Franca / Assim, num dia de feira

Já vem subindo a maré / E hoje que a manhã 'stá linda
Quero ir ao Alcané / Bailar um fandango ainda

Canoa tu conheces bem
Quando há norte pela proa
Quantas docas tem Lisboa
E as muralhas que ela tem;
Canoa por onde tu vais
Se outro barco te abalroa
Nunca mais tu atracas ao cais
Nunca, nunca, nunca mais


Canoa de vela panda / Que sobes o Rio Tejo
E trazes da outra banda / O sol do meu Ribatejo

Repara no meu campino / Levando o gado a pastar
Sem conhecer o destino / 
Que Deus tem para nos dar