- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ai de nós *até um dia*

Paulo de Carvalho / P.S.Mayor
Repertório de Paulo de Carvalho

O velho era mais velho que o Restelo
Cabelos côr de palha de mil sóis
Um olhar de água pura em cada gota
Trazia na ternura, um gaivota

Quando chegou, Lisboa fez-lhe a cama
Lençóis de espuma á beira da Ribeira
Sonhou que era um sonho e então partiu
Lá foi para além da foz do nosso rio

Ai de nós
Quem somos nós para além da fantasia
Quem faz de nós a festa da alegria
Até um dia... até um dia

Quando voltou o velho contou histórias
De sonhos nunca dantes navegados
Era uma vez... parámos para ouvir
Sem nunca ter vontade de partir

Mas ai de quem tem fome e não tem pão
Lá vai para além da foz do nosso rio
Lá vai, e era uma vez, até um dia
Depois só ficam sonhos de alegria