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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Pela mão da dor

Jorge Fernando / Alfredo Duarte *fado versículo*
Repertório de Jorge Nunes

Obrigado, como dóis, mas obrigado
A que fundos de mim mesmo eu desci
Deste de mim a ver um outro lado
E não sei se ainda vivo ou se morri

Mas pla mão dor desci ao meu profundo
Não sabia existir-me em tal lugar
Meus dois olhos só viam p’ra ver o mundo
Sem saber o que há p’ra ver, se os fechar

Onde estou não é onde quero estar agora
Resta-me apenas crescer, mesmo forçado
Vou pôr-te fora de mim, deitar-te fora