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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Cantiga de Oledo

Luís Simão / Arlindo de Carvalho
Repertório de Lenita Gentil

Nasci nos campos de Oledo / Por lá mondei, guardei gado
Não há leira nem penedo / Que já não tenha pisado

Ceifei os campos de Idanha / Ganhando amargo sustento
Até fronteiras de Espanha / Onde eu tinha o pensamento

Ai, ai, ai Oledo
Namora-me à noite que eu guardo segredo
Ai, ai, ai, Oledo
Só dormes um sono, levantas-te cedo


O meu amor abalou / E foi para terras de França
Em Oledo me deixou  / Minha alma assim não descansa

Óh minha andorinha negra / Só uma coisa te peço

Que tragas em tuas asas / O meu amor de regresso