- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.315 LETRAS <> 2.220.000 VISITAS <> JULHO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Cantiga de Maio

Joaquim Pessoa / Carlos Mendes
Repertório de Carlos do Carmo

Trago dentro da garganta / As letras do teu nome
Quando um homem se levanta / Grita fúria em vez de fome

Só a força das palavras / Fez do medo esta verdade
Quando é teu o chão que lavras / O arado é liberdade

Meu país vontade corcel de saudade vencida
Meu povo em viagem ganhando a coragem perdida
Meu trigo meu canto meu maio de espanto doendo
Meu abril tão cedo tão tarde meu medo morrendo
Meu amor ausente meu beijo por dentro queimado
Num tempo tão lento tardamos no vento até quando
Até quando?

Trago as palavras desertas / Na canção que eu inventei
E nas duas mãos abertas / Estas veias que rasguei

Por isso o meu sangue corre / Na seiva da primavera
Sou um homem que não morre / Sou um povo que não espera