- - - - - - - - - -

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira

Canal de J.F.Castro em parceria com a Rádio Mira
° Caro visitante, existe 1 minuto de interregno entre a identificação dos intérpretes °
Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

6.270 LETRAS PUBLICADAS /*/ 2.078.500 VISITAS /*/ FEVEREIRO 2021

ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO.

Pois mesmo desagradando // A "Troianos" maldizentes / Os "Gregos" vão apoiando // E vão ficando contentes

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Se não encontra a fado preferido // Envie, por favor, o seu pedido.

fadopoesia@gmail.com

- - - - - - - - - - - - - - - -

Pesquisa.

Leonor vai á Ribeira

João Centeio / Rodrigo
Repertório de Rodrigo

Leonor vai á Ribeira / Vender ramos de hortaliça
Na cabeça leva o cesto / No corpo, o sol que a cobiça

Leva a vida em verdes molhos / Leonor Cais do Sodré
Mais os molhos dos seus olhos / E um lenço de cachiné

Vai formosa e não segura
Leonor da cesta bela
Há nela tanta frescura
Que o Tejo pára p'ra vê-la

Eu queria ser semeado / Como a salsa e o agrião
P'ra depois ser apanhado / Leonor, p'la tua mão

E depois andar então / No teu cesto, lá no alto
Ter o Tejo por irmão / E o teu corpo por mar alto