- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Canal de JOSÉ FERNANDES CASTRO em parceria com RÁDIO MIRA

RÁDIO apadrinhada pelo mestre *RODRIGO*

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
AS LETRAS PUBLICADAS REFEREM A FONTE DE EXTRAÇÃO, OU SEJA: NEM SEMPRE SÃO MENCIONADOS OS LEGÍTIMOS CRIADORES
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATINGIDO ESTE VALOR // QUE ME FAZ SENTIR HONRADO // CONTINUO, COM AMOR // A SER SERVIDOR DO FADO
POIS MESMO DESAGRADANDO // A TROIANOS MALDIZENTES // OS GREGOS VÃO APOIANDO // E VÃO FICANDO CONTENTES
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6.515 LETRAS PUBLICADAS <> 2.552.800 VISITAS < > AGOSTO 2022
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Ó meu amigo João

Jorge Fernando / Popular *fado corrido*
Repertório de Fernando Maurício

Ó meu amigo João
Em que terras te perdeste
Se por nada lá morreste
Meu amigo, meu irmão

De nascença duvidosa / Proíbiram a tua infãncia
Transformaram-te em distãncia / Como braços de alcançar

Foste folha a flutuar / Arrastada p'la corrente
E o teu sangue foi semente / Dos cifrões doutro lugar

Gostavas de ouvir cantar / As modas da nossa terra
E a verdade que ela encerra / No seu jeito popular

Teu corpo de tudo dar / Corre nas veias do mundo
Imenso, fértil, fecundo / Com força de terra e mar

Ponho em ti o recordar / Na agrura da tua morte
Por sobre o sangue a gritar / Que não foi azar nem sorte

E a força do vento norte / Levou teu grito na mão
Meu amigo, meu irmão / Quem forçou a tua sorte