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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Cais de outrora

Luís de Macedo / Alain Oulman
Repertório de Amália

Nos cais de outrora há navios vazios
E há velas esquecidas do alto mar
São sombrios os rios do recordar

Nos cais de outrora há só barcos cansados
E há remos esquecidos por não partir
Sinto cansaço vago de me fingir

Não há barcos, nem velas, já não há remos
Em frente ao mar d’outrora perdi meu cais
Em noite nos perdemos e nada mais