- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

* Existem (pelo menos) 80 letras publicadas que não constam do índice. Caso encontre alguma avise-me, por favor *

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* SE NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------

2.135.500 VISITAS /*/ 31.05.2021

--------------------------------------------------

NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO.
Vasco Graça Moura /// Porto 03.01.1942 /// Lisboa 27.04.2014
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Os versos que te faço

Fernando Campos de Castro / Carlos Fonseca *fado deca*
Repertório de Rita Santos 

Os versos que te faço e que te canto
São feitos para ti amor somente
De lágrimas à solta no meu pranto
De te sentir em mim e ter-te ausente

Um grito de saudade que me acalma
Se sei que posso ter-te à minha beira
Pedaços de loucura, fogo e alma
Que acendem no meu corpo uma fogueira

São versos que não sei como guardar
Na alma que tão cheia não sustenta
Que bailam nesta boca sem beijar
Os lábios que a ternura a sós inventa

São gritos que me rasgam cada poro
Os versos que te canto e ninguém sabe
Se rio deste amor, se canto ou choro
Deste amor que no corpo já não cabe