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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Viela é rua de fado

António Tavares Teles / Carlos da Maia
Repertório de Carlos Zel

Viela é rua de fado
Rua estreita sem um lado
Quase um beco de tão estreita
Rua sem sol todo o dia
Rua escura, rua fria
Com olhar de quem não se deita

Rua encostada a uma esquina
Que a petróleo se ilumina / Sendo afinal banais
Mas à luz de um candeeiro
Até o dia é primeiro / Até a noite é demais

Por isso é fado a viela
Porque à luz de uma candeia / Mesmo a dor é menos triste
É uma doce melopeia
Acompanhada à viola / E à guitarra pelo fadista

Viela é rua de fado
Rua estreita sem um lado / Quase um beco de tão estreita 
Onde o fado é voz da gente 
Quem não cala não consente / Canta o fado e não se deita