- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.360 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fado tricotado

Letra e musica de Fernando Tordo
Repertório do autor

Prende-se a alma à ternura
Já presa doutra procura
Cantada noutros silêncios
Fazem-se tristes e duras
As trovas vivas e puras
Que prendo a quem não pertenço

Ai quem me dera amor cantar-te tudo o que penso
Prende-se a voz à poesia, liberta nesta alegria
Parecida sem ser igual
Eu queria brandas e doces, todas as vezes que fosses
A trova amarga e o sal
Ai quem me dera amor, ser beijo, ponto final

Eu queria ser uma guitarra
De tocar aquele trinado tricotado de fazer e desfazer
Eu queria ser uma guitarra que se agarra
Àquele trinado trabalhado de dizer e desdizer

Eu queria ser aquele fado desgarrado
No rasgado tricotado que é toda a gente a cantar
E no trinado desgarrado ouvir o fado tricotado
Trabalhado que tu tens para me ensinar

Prendo-me todo ao meu canto
Liberto deste meu espanto de escrever sonhos cantando
Desaparece o meu pranto
Não quero capa nem manto, quero o azul feito rubro
Ai quem me dera amor
Mulher trinado mais puro