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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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As 5.580 letras publicadas referem a fonte de extração, o que nem sempre quer dizer que os artistas mencionados sejam os seus criadores.
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Canto aquilo que escrevi

Silveste José / Alfredo Duarte *fado cravo*
Repertório de José Guerreiro

Canto aquilo que escrevi
As mágoas que já vivi
A razão dos meus dilemas
Comecei com um rascunho
E agora com o meu punho
Vou escrevendo alguns poemas

Em cada letra que invento
Vou buscar o meu sustento / Que me dá vida e vigor
Escrevo a minha liberdade
Também escrevo com saudade / E faço versos de amor

Escrevo a minha descoberta
Procuro a palavra certa / Cada palavra è encanto
Escrevo dor e alegria
Dou largas à fantasia / Escrevo ao riso e ao pranto

Cada verso è uma aventura
Poesia, minha loucura / Luta que nunca perdi
Ao cantar aquilo que escrevo
Dou ao fado aquilo que devo / Canto aquilo que escrevi