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Ninguém ignora tudo, ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa, todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre
PAULO FREIRE *filósofo* 19.09.1921 / 02.05.1997
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Cena fadista

António Vilar da Costa / José Marques *fado triplicado*
Repertório de António Mourão

Um marinheiro de Alfama
Que tem fama na Moirama
De atrevido  e valentão
Beijou a Rosa varina
Em surdina, mesmo à esquina
Da Rua do Capelão

Mas nisto, o Chico da Guia / Rufia da Mouraria
Com um sorriso canalha
Segundo o que se presume / Por ciúme, aponta o gume
Traiçoeiro, da navalha

A nova correu a Graça / Breve passa à populaça
Do famoso Bairro Alto
Logo chega à Madragoa / Corre à toa, põe Lisboa
Quase toda em sobressalto

Depois
, silêncio sagrado / Volta o fado a ser cantado
À esquina da Saúde
E aquele bairro de então / Tão brigão e rufião
Parece que tem virtude