- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO

Rádio apadrinhada pelo mestre RODRIGO
CANAL DE JOSÉ FERNANDES CASTRO EM PARCERIA COM A RÁDIO MIRA

- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Loading ...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* As letras publicadas referem a fonte de extração, ou seja: nem sempre são mencionados os legítimos criadores *

<> 6.365 LETRAS <> 2.245.800 VISITAS <> AGOSTO DE 2021 <>

* ATINGIDO ESTE VALOR /*/ QUE ME FAZ SENTIR HONRADO /*/ CONTINUO, COM AMOR /*/ A SER SERVIDOR DO FADO *

* POIS MESMO DESAGRADANDO /*/ A *TROIANOS* MALDIZENTES /*/ OS "GREGOS VÃO APOIANDO /*/ E VÃO FICANDO CONTENTES *

* NÃO ENCONTRA O FADO PREFERIDO? /*/ ENVIE, POR FAVOR, O SEU PEDIDO * fadopoesia@gmail.com

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

* NASCEU ASSIM... CRESCEU ASSIM... CHAMA-SE FADO // Vasco Graça Moura // Porto 03.01.1942 // Lisboa 27.04.2014 *

---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Amor negado *Mourão*

João Dias / Sidónio Pereira, Pedro Machado
Repertório de António Mourão

Contigo foi o sol que havia em mim
E me aquecia a alma e todo o corpo
Tão fria era a noite e tão sem fim
Na distãncia de ti, meu sonho morto

As rosas que os teus dedos inventaram
Em cardos transformadas me rasgando
E todos os meus dias se apagaram
Em sombras que a meu lado estão chorando

Alongo os meus braços
Estendo a minha boca
Na ideia louca de vencer espaços
Olho à minha volta 
O tempo parado
E grito a revolta deste amor negado


Romance sem romance, negra história
Do teu nome constante em meus ouvidos
E a doer-me o corpo, esta memória
Do teu corpo agarrado aos meus sentidos

Em cada folha morta p'lo outono
Varrida p'lo rigor da tempestade
Há farrapos de mim ao abandono
Rolando na poeira da saudade